Você já percebeu?

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Publicado por Raphael | Colocado em piadas mediocres | Data: 31 ago 2010

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Fato é que voce nunca percebeu algo que começa com um “você ja percebeu?”. Existe alguma combinação entre os autores de advinhaçoes interessantinhas que define o quanto improvavel é uma coisa pra receber um “voce ja percebeu?”

Mas não é bem isso.

Você já percebeu o quanto o sax é um instrumento brega? Passando por todos os hits de motel(eu sei que vc ja foi em um), um sax é a highlight da breguice, do vinho barato em cima do criado mudo ao lado de uma pequena biblia.

Vamos com a trilha de Cinema Paradiso. Veja o tema no piano e se emocione com esse Brasilzão de Deus. Se ligue na versão em violão e fique com os olhos marejados e se prepare para chorar loucamente. Agora ouça a versão em sax e se sinta no hotel de beira da rodovia 66.

Por hoje é so, pessoal.

Sobre ser antissocial

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Publicado por Raphael | Colocado em cotidiano, teorizando | Data: 20 ago 2010

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As pessoas me chamam de antissocial por algum motivo. Pouco me importa a opiniao das pessoas até certo ponto, que é  quando todo mundo ja acha a mesma coisa, num senso-comum tocante.

Grupo de discussao sobre o meu suposto jeito antissocial

Mas digo logo que isso é um grande erro inventado pelas cabeças mal treinadas dessas pessoas pouco observadoras. Eu posso até falar pouco, mas creio que nao é so por causa disso que me chamam de anti-social(homenagem postuma ao hifen).

RIP

Eu sou timido, sabe. Tenhos meus momentos de querer um pouco de atenção(e em algumas epocas, nao sao raros estes momentos), mas normalmente gosto de ficar quieto, sossegado. Me irrito em poucos casos, e mesmo que me irrite, voce não vai perceber até sentir um aperto no coração e se lembrar que o gosto daquele refrigerante que eu te ofereci tava muito estranho.

Logo, eu passaria facilmente desapercebido se nao fosse por essa mania das pessoas de me chamar de antissocial. Na boa:  eu so quero ser notado pelas pessoas certas.  Eu nao falo abertamente com outras pessoas até perceber que elas sao interessantes o suficiente pq sabe,

eu tenho medo de idiotas.

Esse é o meu problema.

A diretoria informa

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Publicado por Raphael | Colocado em cotidiano | Data: 17 ago 2010

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A diretoria informa por meio deste post do blog Um Tanto Quanto desatualizado Teoria Picashu(assim que os velhinhos chamam nosso blog), que estamos em um estado incrivel de ocupação muito louca devido a vários problemas de adaptação com os horarios vigentes nas universidade publicas deste meu país gostoso de viver.

Mas ainda estamos aqui, de olho neste mundo, nas coisas, nas vibes, com esse estilo cheio de erros gramaticais e girias americanizadas que são utilizadas contra nós(ou pelo menos contra o Raphael, no caso, eu) por veteranos escrotos que acham que sabem de alguma coisa da vida. E se estamos meio OCUPADOS, é por culpa da genialidade que as pessoas deste blog tem.

Temos um médico, um psicologo, uma adEvogada, um engenheiro(cade ele?) e um cara que mexe com biomedicina, que por agora nao sei o nome mas deve ser algo manero. Add a gente no tuírer, marque uma estrela com o nosso nome em sua barra de favoritos e assine os nossos feeds, que voltaremos antes que a Xuxa invente algum novo projeto paralelo de musica experimental envolvendo vuvuzelas.

A diretoria agradece

Sobre os otários

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Publicado por Raphael | Colocado em cotidiano | Data: 03 ago 2010

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No cotidiano DAS RUAS, otário é aquela que cai em alguma malandragem. E mais ainda: naquela malandragem que mexe com a malandragem do otário. Explico: como no golpe do bilhete premiado, onde o otário acha que esta se dando bem em cima do outro quando na verdade ELE é quem esta sendo o otário.

Grande Bezerra da Silva

Mas não estamos nas ruas e o grande otário é o malandro, que poderia arranjar um modo decente de ganhar dinheiro. É o que os gringos chamariam de Douchebag, mas esse ultimo é muito mais dificil de definir. Fique comigo no pulo deste post.

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Do trote universitário

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Publicado por Raphael | Colocado em cotidiano, escola, vestibular | Data: 22 jul 2010

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Segue uma passagem do antigo blog da badalhoca:

“Deixa eu te dizer uma coisa para começo de conversa: veteranos chupam bolas. Toda essa marrinha é ridícula. Você não é melhor do que ninguém porque está há mais tempo numa escola. Na verdade, se você dá uma importância grande a isso, você é pior. Andei dando uma olhada em algumas comunidades no orkut de faculdades e sempre rola um tópico “saudando” os calouros. É sempre a mesma coisa: “Vocês vão sofrer! Vão beber muito! Vão conhecer o coma alcoólico! Calouro não tem querer, vai ter que fazer nossas vontades!”

Toda aquela merda.

Se você der uma olhada no perfil de cada um deles, é sempre um bando de gente triste. Malucos desempregados que não têm namorada e gordas pin-ups. Não fodem, não ganham dinheiro, não tem amigos, não contribuem em nada na porra da sociedade, então eles se apegam o máximo possível à faculdade. “Oh, a faculdade!” Grandes merda, parceiro. Você realmente acha que é melhor que o resto da galera só porque faz parte dum grupinho de 3% do país? Pára com isso, cupadi. Não que eu seja contra o estudo, longe disso. Mas essa galera veterana é louca para ser chamada de veterana exatamente porque não tem mais nada da vida. Então o único poder que têm, a única relação hierárquica em que eles têm alguma vantagem e não pode ser contestada é essa.

Fora isso, são losers.” – Texto do Ronald Rios de 2009(ou ano passado)


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De como é (des)necessário comentar sobre o tempo

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Publicado por karollinepaiva | Colocado em Uncategorized, cotidiano, piadas mediocres | Data: 20 jul 2010

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Ainda lembro meu antigo professor de física do high school esculachando as “previsões do tempo” dos telejornais: “não existe frio e calor. Porque o ‘frio’ é uma forma de calor”. Para o aturdimento geral da classe (de quem estava prestando atenção à aula, é óbvio), não havia ‘frio’ e ‘quente’. Até porque calor é energia em trânsito, a mesma passando do corpo de maior temperatura para o de menor temperatura.

Science

TEMPERATURA… Eu morava em uma cidade em que o termômetro não saía dos 35 graus centígrados. O abaixo nem o acima disso raramente acontecia. Não havia estações definidas, devido ao fato de se localizar numa zona de transição. Uns 3 meses no ano, chovia muito. Depois, no rain, no rain.

Tá, exagerei

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Sobre a velhice

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Publicado por Raphael | Colocado em cotidiano, nostalgia, piadas mediocres | Data: 16 jul 2010

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Costumo dizer que eu era mais legal quando tinha 13~14 anos. Aos 13 eu esculachei meu colegio e bati de frente com meus diretores e coordenadores. Aos 14, usando um programa para criação de musicas(fl studio), inventei uma tecnica de gravação muito eficaz onde eu adicionava uma gravação em cima da outra, criando um coral de Raphael’s com apenas um Raphael.


(Logo depois descobri que isso já tinha sido inventado e se chamava overdub,  mas isso é um mero detalhe.)

Na epoca eu sabia que estava fazendo algo realmente marcante na minha vida(não tão epico, é claro), que era uma especie de auge , de uma vida idiota e babaca, mas era um auge.

Ai que tá: a velhice.

A velhice nesse caso não é o seus avos bonitinhos contando historinhas e felizes, e sim o grande Slash querendo ser o mesmo slash de 25 anos atras pagando mico bancando o guitar hero e fazendo musicas que trocam o seis por meia-duzia.

"coé"

Voce ainda vai ter sonhos?Ambiçoes?

Claro, mas nao com a devida vibe e feelings bonitos de antigamente, creio eu, que sou jovem mesmo e como sanduiche-iche. Mas como no caso do slash – que vive num loop musical tocante – , sempre existe o risco de cê nao encontrar uma maneira progressiva de viver e envelhecer, sem ficar exaltando o passado como um babaca(como eu).

É preciso ter tambem consciencia dos AUGES, de como aproveitar aquela fase sem deixar de fazer algo, pois é melhor se arrepender de algo que voce fezzZZZZZzzZZZzZ

Pequenas confusões que causam grandes desentendimentos

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Publicado por Jimmy | Colocado em TV, Uncategorized, cotidiano, escola, internet, teorizando | Data: 10 jul 2010

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Olá de novo a todos, depois de um longo tempo sem postar, aqui lhes digita Jimmy novamente. Estou começando com essa postagem uma possível série, que vai depender da interação de vocês comigo. SUGIRAM TEMAS. Sugiram confusões. Sério. Pois bem, o título é auto-explicativo: vou mostrar a vocês algumas pequenas confusões que as pessoas cometem, mas que as levam a IMENSOS desentendimentos. A confusão que eu apresentarei nesse post é entre o normal e o padrão.

Normal é uma palavra muito utilizada pelas pessoas. Padrão já não é. A questão é que boa parte das vezes (que eu me lembro) em que as pessoas usam NORMAL, elas deveriam usar padrão. E essa é uma confusãozinha que tira o sono de muita gente. Exemplo? Muito simples. Sabe aquele garoto na escola que, diferente dos outros garotos da mesma série, não via sentido em sair nas baladas tomando todas que agüentasse, pegando todas as meninas e comendo a primeira que ele conseguisse? Ele é anormal, certo? Errado. Ele está fora do padrão. Pra VOCÊ ele PODE ser anormal. Leia-se bem, pode. Porque pra mim, ele é normalíssimo. Simples assim, já está explicado o que é normal e o que é padrão.

Exemplo clássico de padrão

Padrão nada mais é que uma série de ações que têm sido tomadas e executadas por diversos indivíduos, a ponto de se tornarem socialmente conhecidas (olhe bem, caro leitor, usei CONHECIDAS, não aceitas…). São ações reiteradas constantemente. Um infeliz padrão social é beber e dirigir. Outro infeliz padrão social é humilhar quem é diferente.

Normalidade é o que VOCÊ, leitor, aceita como normal. Então se você diz: “eu sou anormal”, de três uma:

-Você tem múltiplas personalidades;

-Você é louco;

-Ou você está usando o conceito padrão de normalidade (Entenderam essa? ;D)

Seguinte, meus leitores, agora eu vou aprofundar um pouco essa discussão… Padrão é um conceito objetivo, mas que depende de cada sujeito. A tendência (essa palavra é gay, né, Raphael?) é que os conceitos de normalidade que sejam mais comuns se tornem o padrão. Exemplo: se 9 a cada 10 sujeitos acham normal fazer baderna em ambientes públicos, nós que andamos em muitos ambientes públicos tamo tudo fodido, porque o fuzuê que vai ficar lá por causa desse bandi fedepê não é brincadeira não. Ou seja, fazer baderna vai se tornar um padrão social. E os 10% que não acham isso normal? Não vão executar esse tipo de ação. E para eles, isso vai ser completamente anormal e inaceitável.
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Dos politicos no twitter e os riscos

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Publicado por Raphael | Colocado em Noticia, Uncategorized, internet, politica | Data: 06 jul 2010

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Periodo eleitoral, epoca moleque, do futebol arte cheio de gingado.  Candidatos so querem um lugar para chamar de meu palanque.

“E o twitter, hein?”.

Foi o que pensou algum gênio da campanha do BarackObama, que nem preciso dizer mais nada porque o HoMI TÁ AÍ não é mesmo?

é

Seguindo por essa vertente um tanto quanto EFICIENTE(o Barack é um sucesso) e um tanto paradoxal e perigosa(o Barack me segue no twitter), varios politicos deste meu Brasil meu Brasil brasileiro estão entrando ~na onda~.

É essa a questão.

Não vou falar de quem entrou no twitter, suas metas e etc bla bla bla biscoito recheado. Tá pegando muito essa vibe ai de achar uma revolução campanha no twitter, nas ~midias sociais~. A crescente onda dos analistas de midias sociais e o feedback que estas açoes  e tal tal tal.

Nem sobre aquela polemica da ~propaganda na internet~, que é historia de maluco total(pois a unica pessoa que soube regular a internet nesse Brasil se chama Daniela Cicarelli, naqueles bons tempos de Youtubão maroto).

Vou falar é que é muito escroto tudo isso.É a campanha das ruas, mas no seu serviço de microblog favorito, dividindo espaço com o @mionzera e o @eduardosurita!

É o seu candidato pedindo voto na cara de pau e falando que “meu lema é para frente sem olhar para trás pela juventude”, abaixo de algum retweet aleatorio

Moresss?

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Ficha Limpa, a prova da total decadência do Sistema Político Brasileiro

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Publicado por Jimmy | Colocado em TV, cotidiano, escola, politica, teorizando | Data: 06 jul 2010

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Olá de novo, caros leitores. Eu, Jimmy, estou aqui novamente para tentar fazer vocês pensarem mais um pouco. E hoje eu venho com um tema que vocês todos muito possivelmente conhecem bem. E pelo que leram, tenho certeza que boa parte de vocês já discordou de cara do que eu penso. Pois bem… Vou logo falar a verdade: NÃO QUERO CAUSAR. NÃO QUERO TROLLAR. Esta REALMENTE é minha opinião. E ainda digo mais: espero que vocês entendam o que eu quero passar a vocês e gostaria, também, que partilhassem da minha opinião. Espero que entendam o que eu quero dizer.

Vou começar minha argumentação com uma confissão. A minha vontade era simplesmente deixar um exemplo e forçar vocês a pensarem e tentar entender PORQUE eu penso isso. Mas muitos não entenderiam o que eu quero da maneira como eu quero, então eu vou sim me dar ao trabalho de explicar. O exemplo é simples:

Vocês, caros leitores, achariam CORRETO que alguém trabalhasse por vocês enquanto vocês ganham o dinheiro?

Se vocês me disserem que achariam ruim, eu vou dizer que além de péssimos mentirosos, vocês são muito hipócritas. Falando sério. Que todos achariam ÓTIMO, achariam sim. Mas não é essa a questão. A questão é: É CORRETO fazer isso? A resposta vocês todos têm. NÃO. NÃO É CORRETO. A questão, meus caros, é a seguinte: o ficha limpa é exatamente isso. A transferência do SEU trabalho a terceiros. Ao Estado, no caso. Só que ESSA função não pode ser transferida a ninguém. Eu digo e repito a todos vocês, EU ACHO O FICHA LIMPA ERRADO. Acho sim. E digam o que disserem, continuarei achando. A grande questão é que na atual conjuntura política brasileira, ele se torna necessário, o que é a maior prova de quão falido e destruído o sistema político do nosso país está.

É isso aí, ATÉ A BETTY se assustou… Má noss…

Antes de irem comentar me atacando, LEIAM todo o post e tentem entender o que eu quero dizer com isso. É o seguinte, meus caros. Sabe o que é que o SEU voto representa, numa eleição? De maneira bem óbvia, nada mais é que um único voto entre mais de 100 milhões de votos (Não sei o contingente eleitoral brasileiro e nem vou pesquisar isso). Mas vou dizer o que REALMENTE é um voto. É uma aceitação silenciosa. Um voto de CONFIANÇA. Uma prova de que você se agradou das idéias e métodos que políticos A ou B apresentaram, de sua maneira de falar e agir e tudo o mais. Um conjunto de fatores determina sua decisão: seu modo de governo, suas propostas, seus métodos, sua personalidade e por aí vai. Um voto é uma aceitação silenciosa, uma forma de expressão através da qual você coloca inúmeras crenças e confianças em uma pessoa. Não estou sendo poeta, nem exagerado, nem romântico. Isso não é nada mais que a verdade.

E sendo um voto de confiança que você está depositando em fulano ou sicrano, VOCÊ é que tem a total obrigação de ir atrás disso. “Ah, candidato A me agrada, mas eu não sei se ele é tão digno de confiança”. Ok, vá atrás da vida dele. Exige tempo, exige dinheiro, mas você está escolhendo quem vai ser o responsável pelo gerenciamento do seu país /estado/cidade. Você colocaria um desconhecido pra gerenciar suas contas? Eu não. Pra gerenciar o meu dinheiro, alguma empresa que eu tivesse, teria que ser alguém de extrema confiança. E você, meu caro leitor, pensa a mesma coisa. Como ELEITOR, essa função é sua. Não deve ser imposta a nenhuma outra pessoa ou órgão uma coisa que deveria ser tão pessoal e individual. Como eleitor esclarecido que todos deveríamos ser, essa função deveria ser aplicada por todos nós. Claro que acessar esse tipo de informação é difícil e trabalhoso. E não é todo mundo que se presta, ou que tem tempo para fazer algo assim. A questão é que a conjuntura FORÇA que uma medida desse tipo seja tomada. O Ficha Limpa é um mal necessário.

Você confiaria no João Plenário pra gerenciar seus business? Eu não… Lo siento.

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