Sobre ser antissocial

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Publicado por Raphael | Colocado em cotidiano, teorizando | Data: 20 ago 2010

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As pessoas me chamam de antissocial por algum motivo. Pouco me importa a opiniao das pessoas até certo ponto, que é  quando todo mundo ja acha a mesma coisa, num senso-comum tocante.

Grupo de discussao sobre o meu suposto jeito antissocial

Mas digo logo que isso é um grande erro inventado pelas cabeças mal treinadas dessas pessoas pouco observadoras. Eu posso até falar pouco, mas creio que nao é so por causa disso que me chamam de anti-social(homenagem postuma ao hifen).

RIP

Eu sou timido, sabe. Tenhos meus momentos de querer um pouco de atenção(e em algumas epocas, nao sao raros estes momentos), mas normalmente gosto de ficar quieto, sossegado. Me irrito em poucos casos, e mesmo que me irrite, voce não vai perceber até sentir um aperto no coração e se lembrar que o gosto daquele refrigerante que eu te ofereci tava muito estranho.

Logo, eu passaria facilmente desapercebido se nao fosse por essa mania das pessoas de me chamar de antissocial. Na boa:  eu so quero ser notado pelas pessoas certas.  Eu nao falo abertamente com outras pessoas até perceber que elas sao interessantes o suficiente pq sabe,

eu tenho medo de idiotas.

Esse é o meu problema.

Pequenas confusões que causam grandes desentendimentos

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Publicado por Jimmy | Colocado em TV, Uncategorized, cotidiano, escola, internet, teorizando | Data: 10 jul 2010

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Olá de novo a todos, depois de um longo tempo sem postar, aqui lhes digita Jimmy novamente. Estou começando com essa postagem uma possível série, que vai depender da interação de vocês comigo. SUGIRAM TEMAS. Sugiram confusões. Sério. Pois bem, o título é auto-explicativo: vou mostrar a vocês algumas pequenas confusões que as pessoas cometem, mas que as levam a IMENSOS desentendimentos. A confusão que eu apresentarei nesse post é entre o normal e o padrão.

Normal é uma palavra muito utilizada pelas pessoas. Padrão já não é. A questão é que boa parte das vezes (que eu me lembro) em que as pessoas usam NORMAL, elas deveriam usar padrão. E essa é uma confusãozinha que tira o sono de muita gente. Exemplo? Muito simples. Sabe aquele garoto na escola que, diferente dos outros garotos da mesma série, não via sentido em sair nas baladas tomando todas que agüentasse, pegando todas as meninas e comendo a primeira que ele conseguisse? Ele é anormal, certo? Errado. Ele está fora do padrão. Pra VOCÊ ele PODE ser anormal. Leia-se bem, pode. Porque pra mim, ele é normalíssimo. Simples assim, já está explicado o que é normal e o que é padrão.

Exemplo clássico de padrão

Padrão nada mais é que uma série de ações que têm sido tomadas e executadas por diversos indivíduos, a ponto de se tornarem socialmente conhecidas (olhe bem, caro leitor, usei CONHECIDAS, não aceitas…). São ações reiteradas constantemente. Um infeliz padrão social é beber e dirigir. Outro infeliz padrão social é humilhar quem é diferente.

Normalidade é o que VOCÊ, leitor, aceita como normal. Então se você diz: “eu sou anormal”, de três uma:

-Você tem múltiplas personalidades;

-Você é louco;

-Ou você está usando o conceito padrão de normalidade (Entenderam essa? ;D)

Seguinte, meus leitores, agora eu vou aprofundar um pouco essa discussão… Padrão é um conceito objetivo, mas que depende de cada sujeito. A tendência (essa palavra é gay, né, Raphael?) é que os conceitos de normalidade que sejam mais comuns se tornem o padrão. Exemplo: se 9 a cada 10 sujeitos acham normal fazer baderna em ambientes públicos, nós que andamos em muitos ambientes públicos tamo tudo fodido, porque o fuzuê que vai ficar lá por causa desse bandi fedepê não é brincadeira não. Ou seja, fazer baderna vai se tornar um padrão social. E os 10% que não acham isso normal? Não vão executar esse tipo de ação. E para eles, isso vai ser completamente anormal e inaceitável.
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Ficha Limpa, a prova da total decadência do Sistema Político Brasileiro

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Publicado por Jimmy | Colocado em TV, cotidiano, escola, politica, teorizando | Data: 06 jul 2010

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Olá de novo, caros leitores. Eu, Jimmy, estou aqui novamente para tentar fazer vocês pensarem mais um pouco. E hoje eu venho com um tema que vocês todos muito possivelmente conhecem bem. E pelo que leram, tenho certeza que boa parte de vocês já discordou de cara do que eu penso. Pois bem… Vou logo falar a verdade: NÃO QUERO CAUSAR. NÃO QUERO TROLLAR. Esta REALMENTE é minha opinião. E ainda digo mais: espero que vocês entendam o que eu quero passar a vocês e gostaria, também, que partilhassem da minha opinião. Espero que entendam o que eu quero dizer.

Vou começar minha argumentação com uma confissão. A minha vontade era simplesmente deixar um exemplo e forçar vocês a pensarem e tentar entender PORQUE eu penso isso. Mas muitos não entenderiam o que eu quero da maneira como eu quero, então eu vou sim me dar ao trabalho de explicar. O exemplo é simples:

Vocês, caros leitores, achariam CORRETO que alguém trabalhasse por vocês enquanto vocês ganham o dinheiro?

Se vocês me disserem que achariam ruim, eu vou dizer que além de péssimos mentirosos, vocês são muito hipócritas. Falando sério. Que todos achariam ÓTIMO, achariam sim. Mas não é essa a questão. A questão é: É CORRETO fazer isso? A resposta vocês todos têm. NÃO. NÃO É CORRETO. A questão, meus caros, é a seguinte: o ficha limpa é exatamente isso. A transferência do SEU trabalho a terceiros. Ao Estado, no caso. Só que ESSA função não pode ser transferida a ninguém. Eu digo e repito a todos vocês, EU ACHO O FICHA LIMPA ERRADO. Acho sim. E digam o que disserem, continuarei achando. A grande questão é que na atual conjuntura política brasileira, ele se torna necessário, o que é a maior prova de quão falido e destruído o sistema político do nosso país está.

É isso aí, ATÉ A BETTY se assustou… Má noss…

Antes de irem comentar me atacando, LEIAM todo o post e tentem entender o que eu quero dizer com isso. É o seguinte, meus caros. Sabe o que é que o SEU voto representa, numa eleição? De maneira bem óbvia, nada mais é que um único voto entre mais de 100 milhões de votos (Não sei o contingente eleitoral brasileiro e nem vou pesquisar isso). Mas vou dizer o que REALMENTE é um voto. É uma aceitação silenciosa. Um voto de CONFIANÇA. Uma prova de que você se agradou das idéias e métodos que políticos A ou B apresentaram, de sua maneira de falar e agir e tudo o mais. Um conjunto de fatores determina sua decisão: seu modo de governo, suas propostas, seus métodos, sua personalidade e por aí vai. Um voto é uma aceitação silenciosa, uma forma de expressão através da qual você coloca inúmeras crenças e confianças em uma pessoa. Não estou sendo poeta, nem exagerado, nem romântico. Isso não é nada mais que a verdade.

E sendo um voto de confiança que você está depositando em fulano ou sicrano, VOCÊ é que tem a total obrigação de ir atrás disso. “Ah, candidato A me agrada, mas eu não sei se ele é tão digno de confiança”. Ok, vá atrás da vida dele. Exige tempo, exige dinheiro, mas você está escolhendo quem vai ser o responsável pelo gerenciamento do seu país /estado/cidade. Você colocaria um desconhecido pra gerenciar suas contas? Eu não. Pra gerenciar o meu dinheiro, alguma empresa que eu tivesse, teria que ser alguém de extrema confiança. E você, meu caro leitor, pensa a mesma coisa. Como ELEITOR, essa função é sua. Não deve ser imposta a nenhuma outra pessoa ou órgão uma coisa que deveria ser tão pessoal e individual. Como eleitor esclarecido que todos deveríamos ser, essa função deveria ser aplicada por todos nós. Claro que acessar esse tipo de informação é difícil e trabalhoso. E não é todo mundo que se presta, ou que tem tempo para fazer algo assim. A questão é que a conjuntura FORÇA que uma medida desse tipo seja tomada. O Ficha Limpa é um mal necessário.

Você confiaria no João Plenário pra gerenciar seus business? Eu não… Lo siento.

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Quem não sonhou em ser um jogador de futebol?

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Publicado por karollinepaiva | Colocado em TV, cotidiano, escola, futebol, internet, nostalgia, piadas mediocres, teorizando | Data: 05 jul 2010

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Não é preciso ser gênio para entender que, provavelmente, um dos esportes mais conhecidos do mundo e que mais envolve a cultura popular é o FUTEBOL.

Tá, vc pode até fazer parte de uma vertente alternativa, que abomina esse esporte e o julga como “brutal, ignorante, coisa de massa”. Realmente, o futebol é conhecido por unir no mesmo local pessoas de diferentes etnias, classes sociais e gênero. Quase sempre incentiva a violência? Sim, sem dúvida. Quase sempre faz a sociedade se auto-segregar quanto ao time que se escolhe? Sim, claro.

Com tantos pontos negativos, por que o futebol seria algo tão festejado em todo o mundo? Por que ele faria VOCÊ, garoto entre os 3-8 anos, ter sonhado em ser um jogador de futebol? PENSA QUE ME ENGANA? Como já dizia o caro amg Samuel Rosa:

QUEM NÃO SONHOU EM SER UM JOGADOR DE FUTEBOL?

- Não, m’afilha, EU NUNCA SONHEI EM SER JOGADOR DE FUTEBOL – diz você, caro leitor alternativo.

Olha, “nunca” é uma palavra muito forte. Em um país que gosta de futebol, sabe tudo de futebol, respira futebol e vive futebol, eu acho MUITO muito MUITO difícil VOCÊ NUNCA em sua vidinha de “n” anos NUNCA ter imaginado, DEVANEIADO (escrevi certo?), ao menos PENSADO na hipótese de ser um jogador de futebol. Até porque, para os homens, há muita vantagem em ser jogador de futebol:

1) Você é bem pago, logo haverá mulheres interesseiras e que farão o golpe “da barriga” para te deixar pobre com as pensões na sua.

Há controvérsias.

2) Se você for um bom jogador, será IDOLATRADO e IMORTALIZADO por gerações… E seus colegas de colégio ainda diziam que você seria um inútil na História hein?

ÍDOLO!

E, de quebra, ainda pode se tornar o PRESIDENTE do clube onde você jogava e ganhar rios de dinheiro.

É né.

3) Quando você estiver muito famoso, será convocado para jogar a COPA DO MUNDO e, se der sorte, ficar só esquentando o banco mas ainda ganhando dinheiro! Imagine, se ainda ganha a copa sem ter batido uma bola?

Às vezes você vai ter que se agachar, mas sem problema.

~~E ISSO É O FUTEBOL~~

Sem falar daquela torcida muito linda, que envolve completamente o torcedor-jogador-treinador… Mas se eu comentasse muito sobre isso, iam me ditar como PARCIAL e FANÁTICA POR FUTEBOL. (ahahahaha)

Enfim, grata pela paciência.

Karo/

p.s.: sim, sou uma menina apaixonada por futebol (sem vibes homossexuais, pfv) e tenho certa propriedade para falar do assunto. sim 2, sou vascaína de coração.

Sobre a supervalorização de tudo que é “crítico”

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Publicado por Jimmy | Colocado em TV, Uncategorized, cotidiano, internet, piadas mediocres, teorizando | Data: 30 jun 2010

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É curioso notar como os jovens em geral supervalorizam quem faz críticas à sociedade e às maneiras como as coisas são e estão organizadas em detrimento da velha e boa sinceridade e espontaneidade. Não quero aqui criticar os “ídolos” da nova geração nem nada do tipo. Só deixar registrado minhas singelas observações sobre uma boa maneira de se conseguir “IBOPE” (por falta de palavra melhor) no espaço virtual, tanto televisivo quanto jornalístico e ainda por cima cibernético.

Felipe Neto e PC Siqueira. Dois famosíssimos Vloggers brasileiros. Antes de tudo, NÃO HÁ briga nenhuma entre eles. Então, se você está esperando que eu jogue álcool no fogo ou tente criar algum tipo de atrito entre eles, você está sendo, me desculpe pela sinceridade, idiota. Vou usá-los como exemplo porque foi revendo alguns vídeos deles que eu percebi essa supervalorização que os jovens dão. Ambos têm muitas críticas em seus vídeos, mas pode-se facilmente perceber que o vlog de Felipe Neto, o “Não Faz Sentido!” tem realmente uma aspiração muito mais crítica, sendo seus vídeos quase totalmente críticas a algo (ou a alguém). O “maspoxavida”, que como todos (eu acho que todos, né, porque, enfim… ¬_¬ Digo nem nada.) sabem, é o vlog de PC Siqueira, já tem uma aspiração muito mais subjetiva: o vlogueiro trata muito mais de seus dias e do que ele faz e do que lhe acontece, pulando, algumas vezes, para introspecções e opiniões próprias, analisando modas, opiniões, conceitos e até pessoas.

PC, man, esse é o PC Siqueira *-*

PC Siqueeeeira *-* (Não, isso não foi gay, não venham com onda)

Não quero rebaixar nenhum dos dois. Não cheguei a assistir a todos os vídeos de nenhum deles, mas gostei do trabalho de ambos. Mas percebi um fator interessantíssimo, que liguei a outras observações: o vlog de Felipe Neto (e seu twitter também) tem muitos mais inscritos (no caso do twitter, followers, seguidores) que o do PC Siqueira. Antes de prosseguir, gostaria de dizer que MUITO possivelmente nenhum dos dois tá nem se lixando pra isso (é a cruel realidade). É perceptível que ambos são humildes demais pra se preocuparem com quem é “melhor”, ou quem tem mais isso ou mais aquilo. Só pra reforçar um pedido que eles já fizeram aos fãs: Parem. Com. Brigas. Estúpidas. É uma estupidez tão grande quanto, por exemplo, um fã de AC/DC brigar com um de Aerosmith porque querem “decidir” qual das duas bandas é melhor. (Porque é claro que AC/DC é melhor) Não, brincadeira. Gosto é gosto, e música é muito complexa de discutir… E também vai do ouvido de cada um… Ah, vamo voltar pra os vlogs que é melhor.

Que porra de Aerosmith, o negócio é Angus Young e o AC/DC (Brinks, fãs de Aero, BRINKS XD)

É o seguinte, meus caros leitores: essa não é a primeira vez que isso “se assucede” (É, era pra ser que isso ocorre, ou então que sucede. Whatever). Alguém aí ouviu falar de CQC? Felipe Neto e CQC, mesma linha. O que se pode perceber, nesses dois casos, é quão fã da linha desses programas a juventude atual tem se tornado, valorizando programas com um conteúdo cada vez mais crítico da sociedade, criticando costumes, fatos, erros, pessoas e lugares.

E aí entra a MINHA crítica. Os jovens têm supervalorizado toda essa criticidade PASSIVAMENTE. Concordo que gostar de criticidade passivamente é… Contraditório. Mas é a cruel realidade. O simples fato de um programa seguir a linha apresentada acima faz os jovens se apaixonarem quase que automaticamente. E não só os programas, mas blogs, vlogs, famosos e tudo o mais. O que pode ser percebido é que os jovens têm se tornado pseudo-cults (contribuição da minha amiga e jornalista Flalrreta, ela que usou tal termo) achando que podem e que têm que criticar tudo e todos que seja ou esteja “na moda” ou que vá contra suas concepções “morais”. Pra todos vocês, eu deixo meu abraço e meus desejos de boa sorte. Porque apesar de estarem errados (Lo siento) e de estarem exagerando, vocês estão seguindo um caminho. Ninguém precisa ser Cult pra ser foda. Nem ser Cult pra poder criticar tudo e todos. É só ter senso crítico. Se você tiver um pingo de cérebro, você é capaz de seguir uma moda porque VOCÊ QUER. E não porque os outros seguem. Ou seja, ao invés de ser poser, você realmente está acompanhando toda uma ideologia, uma filosofia. Porque, enfim… Toda e qualquer trend tem seus embasamentos ideológicos.

Acredite: os emos de verdade (que não sejam posers) também têm toda uma ideologia por trás de seus comportamentos, vestimentas e tudo o mais. Pode confiar.

Então, juventude que está lendo esse post, fica minha dica: parem com essa supervalorização barata. O fato de o Felipe Neto ou a galere do CQC ser crítica e você gostar deles não te faz nem melhor nem pior. Se acha bonito criticar, vá atrás do que criticar. Critique com bases. Saiba o que está falando. E acima de tudo, aprendam o que valorizar. Porque não é o fato de vivermos em um país onde o senso crítico está em falta que vai justificar a voracidade com a qual vocês consomem esses materiais críticos e extremamente ácidos que estão sendo veiculados em televisão, jornal, Youtube, Twitter & Cia dessa maneira tão passiva e perdoem a crueldade, patética.

Eu acho que o Chuck apoiaria o que eu postei… (ou não T_T)

Antes de finalizar, gostaria de evitar que me esfolem vivo assim que eu saia de casa e vou logo dizendo que não acho, de maneira alguma, CQC e Felipe Neto programas ruins ou extremamente ácidos (termo que acabei de citar). É, acho que isso evitará alguns contratempos. (MEDO)

Limites não te limitam?

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Publicado por Jimmy | Colocado em cotidiano, internet, piadas mediocres, teorizando | Data: 29 jun 2010

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Antes de começar a postagem, vou me apresentar. Prazer, eu sou o Jimmy, mais novo membro aqui do TdP. Diferente dos outros membros, eu moro em Teresina, sou estudante de Ensino Superior e fui “convidado” pelo Raphael. Vvou começar logo com um post contrário a um dos posts dele (Esse Jimmy É U MAU, só quer bagunçar… Digo nem mais nada). Se você não entendeu o título que eu utilizei, é porque você ainda não leu esse post: [twitter]Limites te limitam?

Agora que você leu esse post, eu posso dizer porque que os limites nos limitam sim.

"Estou esperando..."

“Estou esperando…”

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De como passar bem e desacompanhado o Dia dos Namorados (ou não)

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Publicado por karollinepaiva | Colocado em TV, cotidiano, internet, piadas mediocres, teorizando | Data: 06 jun 2010

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Um garoto espera alguém defronte uma porta fechada. Esse mesmo garoto carrega flores, caixas de chocolate (com a MARCA muito bem focada e visualizada) e um sorriso tímido no rosto. A porta se abre e uma garota de semblante ansioso dispara o olhar para a caixa de chocolate. “Aaah, te aamoooo”…

Você, caro solteirão ou solteirona, ao ver a propaganda na televisão, começa a se perguntar: “e eu? Cadê minha caixa de chocolate? Cadê a pessoa me esperando além da porta? Só se for o carteiro ou o cobrador da tarifa do cartão de crédito”.

“Pra quê caixa de bombons quando se tem uma CAIXA POSTAL?” – já dizia o ilustre filósofo e carteiro representado na obra, cujo nome esquecemos.

Alguns acham muito deprimente passar ALONE LONELY SOLITÁRIO SOZINHO ENCALHADO SÓ esse “feriado” tão bem festejado pela indústria marketeira. (Já até me deparei com uma propaganda que unia os temas Copa do Mundo & Dia dos Namorados, vejamsó).

Enfim, eu poderia até dizer que não é. (Mas como mentir para meus leitorezinhos tão queridos, não é mesmo?). Deprimente, mas é desnecessário achar isso.

Por que, caro solteirão ou solteirona? Seguem algumas dicas para passar o “feriado” de bem com a vida e com o seu coraçãozinho, sem se preocupar com essa coisa de encalhamento em pleno dia dos namorados (ou Valentine´s Day se preferir)

#DICA 1:

A data é uma convenção. Exato, o dia 12 de junho não tem nada a ver com aquela história original do São Valentim. No Brasil (nossa, que surpresa) é mais uma conveniência, já que o dia 13 de junho é o dia do Santo Casamenteiro e tentaram fazer uma correlação, unindo os dias, sacas? Então, já que fizeram isso SEM A SUA PERMISSÃO (ahaha), que tal tabelar seu próprio Dia dos Namorados para… Amanhã? Pronto, o ”amanhã” propriamente dito nunca te deixará aflito – rimei, oh - e só vai alimentar a esperança de encontrar um par no amanhã. Genial, né?

“DEMAAAAAIS”

#Dica 2:

Compre um cachorro. O dinheiro que você iria gastar com seu parceiro, pode ser utilizado de outra e com mais retorno afetivamente maneira: comprando um cachorrinho CUTE CUTE BILU BILU AUAU. Por quê? Bem, cachorros não têm lá uma opinião muito própria. (Logo, ele não pode contratar um advogado futuramente para tirar tudo de você ahaha). Também há o fato de que cachorrinhos são muito… FOFINHOS AAAWN QLINDINHOS AUAU…

OOOOOOOWWWWN

AAAAAAAAAAWN

#Dica :

Durma. Nem que seja preciso se dopar para isso, mas durma e não sinta o sentimento (pleonasmo, te amamos) de encalhamento te dominar nesse “feriado” tão cheio de coisas fofurentinhas.

( eu tinha uma borrachinha dessas, alguém sabe onde eu deixei? )

Enfim, espero ter ajudado (or not). ;D

Agradeço pela paciência,

Karo/

Obs.: O ministério da saúde adverte que o texto que o senhor acaba de ler contém altas doses de hipocrisia. Favor consultar seu psiquiatra, caso persista os sintomas. Governo Espacial.

De como você insulta alguem muito parecido com você no passado

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Publicado por Raphael | Colocado em Uncategorized, cotidiano, internet, piadas mediocres, teorizando | Data: 13 mai 2010

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Partindo de onde terminamos o nosso ultimo post sobre adolescentes freak, percebo uma forte tendencia(alias, tendencia é uma palavra bem gay em alguns contextos, BITCH) em levar este tipo de vibe errada para outras vertentes.

Tenho um exemplo, que admito, ocorreu comigo: quando você sai do ginásio rumando para a universidade, olhando com um certo ar de nojinho(hum….NHÉ) para os pobres coitados vestibulandos. Um certo ar de superioridade, que so alguem que acaba de quebrar as amarras da putaria pré-juvenil tem.

18 anos: o maior responsavel por este fenomeno

18 anos: o maior responsavel por este "fenomeno"

E nao podemos esquecer que é uma puta de uma ilusão.

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De como a publicidade da Copa do Mundo te faz de trouxa, né?

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Publicado por karollinepaiva | Colocado em TV, cotidiano, futebol, nostalgia, piadas mediocres, teorizando | Data: 08 mai 2010

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Antes de o caro (a) leitor (a) pensar: “Quem é essa fdp que nao torce pro brasil, k7 anti-nacionalista que vem falar mal de Copa do Mundo, hein?”. Primeiro, eu não sou uma mera escritorazinha querendo chamar atenção no mercado do ódio virtual… JURO. Segundo, eu não gosto de futebol…

 

WHAT??????

Você ouviu bem, meu caro. Espere, não pare de ler. Veja bem, eu não gosto de futebol… EU AMO, IDOLATRO E SOU FASCINADA POR FUTEBOL!

AMÉM!

A questão é que os empresários, os manda-chuva, os fodões não estão nem aí para os seus sentimentos. Eles só querem saber que ano de Copa dá GRANA GRANA  GRANA GRANA sucesso GRANA GRANA GRANA sucesso GRANA GRANA, e por aí vai.

Desde propagandas sobre pacotes de viagem para o país-sede até os absorventes que sua esposa vai usar durante a temporada de não-cópula (caso você seja homem e tenha uma esposa, é claro).

SOCCER SERIOUS BUSINESS

Confesso que muitas propagandas sobre Copa do Mundo são envolventes e fazem os mais fanáticos – como eu – até chorarem. Cara, quem não se comove com aquela propaganda do velhinho que diz “Roobson!” toda vez que o Robinho chuta a gol, literalmente?

TILINDO, VÉI

E com você, todo ENVOLVIDO nessa vibe Copa do Mundo rocks, deixa de gastar grana com o professor particular de seus filhos para dar um pulinho na África, porque enfim… COPA É COPA! (caso você seja homem e tenha filhos, é claro).

E AQUELA BLUSA da seleção? Não basta comprar só uma, né? Tem que comprar as versões da camisa de 58, 62, 70, 94 e a de 2002 É CLARO!

No começo do ano seguinte à febre copística, você percebe: Poxa, em que locais vou usar essas camisas todas agora? Isso é tão last year - meme detected

Ou seja, aquela publicidade fofinha e emocionante que te fez comprar chinelos, camisas, pulseirinhas do sexo, tapetes, bandeiras, cortina de banheiro, toalhas, bíquinis, unhas postiças… EVERYTHING ABOUT BRAZIL ano passado, acaba te fazendo de mais um mero trouxa do consumismo desenfreado.

Você pode até argumentar: “ah, mas essa renda adquirida com o sentimento copístico ajuda TODA UMA MÃO-DE-OBRA a se sustentar, dá empregabilidade, sustenta as famílias E SALVE A SELEÇÃO”… Peraê, o dinheiro DE FATO vai pra quem mesmo?

#ficadica

Mas tudo bem, vou deixar de ser uma analítica estraga-prazeres. Que tal gritarmos ao lado de Galvão Bueno: VAMU NEXA RUMO AO HEXA!

PÁTRIA AMADA, BRASIIIIL

“Depois da Copa, a gente conversa” – típica frase do marido que vai permanecer com a TV 24 horas ligada a partir do dia 11 de junho.

Agradeço pela paciência e pela tolerância,

Karo/

Por que TUDO era TÃO MAIS SIMPLES na infância?

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Publicado por karollinepaiva | Colocado em cotidiano, nostalgia, piadas mediocres, teorizando, vestibular | Data: 24 abr 2010

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Nem queria começar o texto com aquelas frases clichezadas do tipo “recordar é viver”. Até porque não vejo muito sentido nessa frase… Por acaso você volta no tempo para reviver o que já se passou, hum? Construiu sua máquina do tempo ou você tem Padrinhos Mágicos?

ADQUIRA JÁ!

Você pode até pensar você deve ter a certeza de que estou ironizando as pessoas que leem qualquer coisa sobre a Teoria da Relatividade na Wikipedia e acham que sabem construir a tal máquina, mas a questão não é essa. Se, por um lado, o cérebro nos deu a capacidade incrível de lembrar e relembrar tudo o que já aconteceu em nossas vidas, assim facilitando o reconhecimento de pessoas, situações, lugares… Por outro lado, trouxe um sentimento obscuro de regressão a “um passado mais feliz”… Ou seja, NOSTALGIA.

Ioiô é sinônimo de pura nostalgia, tá ligado, né?

Enfim, qualquer cidadão de bem deve contemplar as criancinhas de hoje e pensar: Por que esses jovens não fazem mais que nem na nossa época? Pique-esconde, pega-pega… Cadê aquelas brincadeiras saudáveis que não envolviam ficar defronte a tela fria e insensível dramática mode ON de um computador ou televisão (no caso do play station on e variantes) ?

A resposta é meio óbvia: nós, adultos (isso, porque já tenho 18 anos HAHA), temos a mania de achar que tudo na nossa infância era mais divertido, seguro, saudável, confortável, com mais nexo… TUDO ERA TÃO MAIS SIMPLES, não é mesmo?

É até cômico ter que chamar atenção para o fato de que… Nossos pais pensaram a mesma coisa de nossa geração. Consequentemente, nossos avós de nossos pais, e por aí vai.

O motivo para tal fenômeno? Eu, no auge de minha recém-maioridade, não sei responder ao certo. Mas o senso de proteção que sentíamos na época de guris deve ser o fator condicionador para essa ocorrência de que se trata o texto. Ora, naquela época, não tínhamos as preocupações que se tornam tão rotineiras na vida adulta e aquela carga de responsabilidade individual que tanto obriga a moderação de nossos atos. Minha preocupação mais recente foi o vestibular, por exemplo (você, adulto mais adulto do que eu, deve estar cogitando: nossa, a jovem autora desse texto AINDA NÃO VIU NADA).

“HAHA, você não passou ainda nem da fase 1″

Por isso, só declaro que o sentimento de nostalgia pode ser um dos mais cruéis para com o coração, mas também um dos mais humanos, visto que representa a sensação de “não faltou nada para mim na infância para que ela fosse tão feliz assim”.

Quanto ao ”recordar é viver”, digo apenas que se deve alterar a ordem das palavras para VIVER É RECORDAR. Não há nenhuma razão convincente para esse dever, só quero mesmo parecer pioneira quanto aos olhos dos leitores HAHA. metendo uma frase da Wikipedia para efeito de camuflagem…

“Naturalmente, tudo viaja no tempo, pois quando acabar de ler esta frase o leitor terá viajado no tempo de alguns segundos.”

Viva aos anos 90! (:

Agradeço pela paciência,

Karo/