Publicado por Jimmy | Colocado em TV, Uncategorized, cotidiano, escola, internet, teorizando | Data: 10 jul 2010
Tags:confusões, desentendimentos, dificuldades, discriminação, mundo, nerds, Normal, Padrão, pessoas, vida
Olá de novo a todos, depois de um longo tempo sem postar, aqui lhes digita Jimmy novamente. Estou começando com essa postagem uma possível série, que vai depender da interação de vocês comigo. SUGIRAM TEMAS. Sugiram confusões. Sério. Pois bem, o título é auto-explicativo: vou mostrar a vocês algumas pequenas confusões que as pessoas cometem, mas que as levam a IMENSOS desentendimentos. A confusão que eu apresentarei nesse post é entre o normal e o padrão.
Normal é uma palavra muito utilizada pelas pessoas. Padrão já não é. A questão é que boa parte das vezes (que eu me lembro) em que as pessoas usam NORMAL, elas deveriam usar padrão. E essa é uma confusãozinha que tira o sono de muita gente. Exemplo? Muito simples. Sabe aquele garoto na escola que, diferente dos outros garotos da mesma série, não via sentido em sair nas baladas tomando todas que agüentasse, pegando todas as meninas e comendo a primeira que ele conseguisse? Ele é anormal, certo? Errado. Ele está fora do padrão. Pra VOCÊ ele PODE ser anormal. Leia-se bem, pode. Porque pra mim, ele é normalíssimo. Simples assim, já está explicado o que é normal e o que é padrão.

Exemplo clássico de padrão
Padrão nada mais é que uma série de ações que têm sido tomadas e executadas por diversos indivíduos, a ponto de se tornarem socialmente conhecidas (olhe bem, caro leitor, usei CONHECIDAS, não aceitas…). São ações reiteradas constantemente. Um infeliz padrão social é beber e dirigir. Outro infeliz padrão social é humilhar quem é diferente.
Normalidade é o que VOCÊ, leitor, aceita como normal. Então se você diz: “eu sou anormal”, de três uma:
-Você tem múltiplas personalidades;
-Você é louco;
-Ou você está usando o conceito padrão de normalidade (Entenderam essa? ;D)
Seguinte, meus leitores, agora eu vou aprofundar um pouco essa discussão… Padrão é um conceito objetivo, mas que depende de cada sujeito. A tendência (essa palavra é gay, né, Raphael?) é que os conceitos de normalidade que sejam mais comuns se tornem o padrão. Exemplo: se 9 a cada 10 sujeitos acham normal fazer baderna em ambientes públicos, nós que andamos em muitos ambientes públicos tamo tudo fodido, porque o fuzuê que vai ficar lá por causa desse bandi fedepê não é brincadeira não. Ou seja, fazer baderna vai se tornar um padrão social. E os 10% que não acham isso normal? Não vão executar esse tipo de ação. E para eles, isso vai ser completamente anormal e inaceitável.
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