Publicado por Raphael | Colocado em cotidiano | Data: 03 ago 2010
No cotidiano DAS RUAS, otário é aquela que cai em alguma malandragem. E mais ainda: naquela malandragem que mexe com a malandragem do otário. Explico: como no golpe do bilhete premiado, onde o otário acha que esta se dando bem em cima do outro quando na verdade ELE é quem esta sendo o otário.

Grande Bezerra da Silva
Mas não estamos nas ruas e o grande otário é o malandro, que poderia arranjar um modo decente de ganhar dinheiro. É o que os gringos chamariam de Douchebag, mas esse ultimo é muito mais dificil de definir. Fique comigo no pulo deste post.
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Publicado por Raphael | Colocado em cotidiano, escola, vestibular | Data: 22 jul 2010
Segue uma passagem do antigo blog da badalhoca:
“Deixa eu te dizer uma coisa para começo de conversa: veteranos chupam bolas. Toda essa marrinha é ridícula. Você não é melhor do que ninguém porque está há mais tempo numa escola. Na verdade, se você dá uma importância grande a isso, você é pior. Andei dando uma olhada em algumas comunidades no orkut de faculdades e sempre rola um tópico “saudando” os calouros. É sempre a mesma coisa: “Vocês vão sofrer! Vão beber muito! Vão conhecer o coma alcoólico! Calouro não tem querer, vai ter que fazer nossas vontades!”
Toda aquela merda.
Se você der uma olhada no perfil de cada um deles, é sempre um bando de gente triste. Malucos desempregados que não têm namorada e gordas pin-ups. Não fodem, não ganham dinheiro, não tem amigos, não contribuem em nada na porra da sociedade, então eles se apegam o máximo possível à faculdade. “Oh, a faculdade!” Grandes merda, parceiro. Você realmente acha que é melhor que o resto da galera só porque faz parte dum grupinho de 3% do país? Pára com isso, cupadi. Não que eu seja contra o estudo, longe disso. Mas essa galera veterana é louca para ser chamada de veterana exatamente porque não tem mais nada da vida. Então o único poder que têm, a única relação hierárquica em que eles têm alguma vantagem e não pode ser contestada é essa.
Fora isso, são losers.” – Texto do Ronald Rios de 2009(ou ano passado)

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Publicado por Flávio Alves | Colocado em Noticia, cotidiano, escola, vestibular | Data: 02 mar 2010
É uma tradição brasileira, em alguns aspectos, similar à praxe em Portugal, que consiste em um conjunto de atividades, que podem ser leves (brincadeiras) ou graves (humilhações ou agressões). Costuma ocorrer nos dias de calourada (que acontecem no início de um semestre ou ano letivo) em escolas, faculdades e universidades pelos estudantes mais antigos (denominados veteranos) nos recém-chegados (denominados calouros ou bixos). Porém o trote também costuma acontecer na escola depois da calourada, principalmente nos calouros que não compareceram a ela.
E é frequente também, mesmo depois da época de calourada, trotes fora da instituição de ensino, principalmente em casas de república (onde dormem juntos os alunos que vieram de outras cidades, suruba total), uma vez nestes locais a escola ou universidade não tem controle e não pode fazer nada( a negrada aproveita pra zuar mermu com os FDPs dos calouros) .

Mas nem sempre é assim tão planejado.
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o video virou hit do youtube
No dia 22 de outubro, uma estudante de Turismo da Uniban – uma universidade particular, popular, em São Paulo – resolveu ir à aula vestida com trajes sumários,diria, muito reveladores. Ao subir a escada rolante, rapazes teriam começado a disparar gracinhas contra ela. A coisa foi ganhando volume – de duplo sentido – e lá pelas tantas já tinha cara falando em ESTUPRAR a menina. Parou a Uniban. Literalmente.
Pois bem: hoje ela foi expulsa da universidade.

-HANNNNN?MAs coMasSIM?
Repare bem: não era um tribunal islâmico como os da Somália, onde mulheres são condenadas a morrer a pedradas por cometer adultério. Não era o Sudão, onde mulheres são condenadas a tomar 20 chibatadas por usar roupas impróprias -no caso, calça comprida – Não cara : era em São Paulo, a cidade mais rica do Brasil. Num ambiente universitário, teoricamente. Mas o espírito de manada é sempre mais forte que a razão.

-Se eu beber essa agua imunda e putrefe, com restos dos meus proprios escrementos, voces tambem vão tomar...
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